Escola Biblica

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Data: 2017-08-07
Titulo: O fim do cristianismo na Europa.
Autor: disseminando
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Por força da lei, o exterior da antiga igreja luterana Kapernaumkirche continua igual. Mas por dentro em breve o espaço abrigará a mesquita do Centro Islâmico Al-Nour. Foram gastos um milhão de euros na reforma do templo, que exemplifica uma tendência cada vez mais comum na Europa.

A associação Al-Nour, fundada em 1993, reúne a maior parte dos muçulmanos que moram em Hamburgo, Alemanha, berço da Reforma Protestante. Os moradores da área aceitaram sem problemas esta nova utilização do prédio. Os líderes da Igreja Luterana dizem que tiveram de vender a igreja por problemas financeiros, já que restavam apenas alguns fieis indo aos cultos.

O porta-voz da comunidade muçulmana, Daniel Adbin, comemora que após 20 anos os muçulmanos da cidade terão uma mesquita reconhecida. Até recentemente eles se reuniam em um prédio comum, já que não podiam construir um templo.

Somente na Alemanha, mais de oitocentos igrejas católicas e protestantes foram fechadas desde o início da década de 1990. No entanto, este fenômeno que é chamado de “Euroislãmização” tem se espalhado por todo o continente.

Os representantes da Igreja Católica na França há décadas alertam sobre as pessoas que estão abandonando a fé cristã e, com isso, abrindo espaço para o crescimento do Islã.

Um estudo realizado pelo Instituto Hudson em 2011 mostrou que na França o Islã deverá ser a religião dominante em dez anos, deixando o domínio católico para trás. Ao mesmo tempo, a Holanda, onde surgiu a Igreja Reformada, tinha mais de 4200 igrejas cristãs em 2011. Estima-se que 1400 delas não existirão mais até 2020. Mais de 900 igrejas foram fechadas no país desde 1970. Muitas hoje abrigam mesquitas.

Segundo Silantiev Romano, professor da Universidade Estatal de Moscovo e estudioso do Islã, esses dados mostram uma tendência do cristianismo ser extinto na Europa como parte da rápida mudança no mundo. Para o estudioso, essa é uma derrota real para o Ocidente, que está perdendo inegavelmente espaço para o Islã, em um fenômeno de “ocupação cultural”.

De acordo com Romano, a negação dos valores cristãos europeus, mostra que em algumas décadas o Velho Continente poderá estar dividido entre ateus (ou sem-religião) e os muçulmanos. É importante lembrar que, até o final do século 19, o cristianismo foi a influência intelectual predominante na vida e na cultura da Europa e do Ocidente. Foi em círculos cristãos que surgiram as primeiras universidades a partir do século 12 e desde então foram extraordinárias as contribuições cristãs à educação. Foi no âmbito do cristianismo que surgiu a ciência moderna e muitos cientistas foram e são indivíduos de fortes convicções cristãs. A própria fé cristã, com sua visão integrada do mundo e da natureza, de um universo regido por leis fixas, fruto da criação divina, foi um poderoso estímulo para o surgimento da ciência nos moldes atuais.

Em conclusão, a história demonstra que, ao se afastar de seus princípios e valores fundamentais, a cristandade europeia fez muitas coisas que os cristãos de hoje lamentam profundamente. Por outro lado, sem as contribuições positivas e construtivas dadas pelo cristianismo naquilo que ele tem de melhor, a Europa e o mundo seriam muito diferentes para pior do que são nos dias atuais.

Jesus Cristo esta voltando, arrependei-vos, volte para o Evangelho da Cruz !

Obs: "Matéria extraida de pesquisa na internet."





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