Escola Biblica

COMPARTILHANDO CONHECIMENTO


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Data: 2015-10-26
Titulo: Ocultismo na igreja - II
Autor: disseminando
Mensagem:

“Assim diz o SENHOR: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas; mas eles dizem: Não andaremos nele.” Jeremias 6:16

Uma estranha distorção da verdade alastrou-se como fogo no cerrado nas igrejas do mundo inteiro. Ela chama o povo de Deus para não apenas compreender nossos tempos de mudança a partir da perspectiva do mundo, mas para realmente seguir o vento e ajudar a alimentar a transformação.

Ela usa palavras antigas e familiares para persuadir as pessoas, mas conforma a Palavra de Deus, bem como o pensamento humano, com a visão politicamente correta da unidade, comunidade, serviço e mudança.

Os laboratórios do comportamento, escolas, a UNESCO, e as igrejas liberais ajudaram a acender esse fogo durante o século XX. Escondidos da vistas, seus esforços destruíram as bases bíblicas dos EUA e prepararam as massas para acreditar em uma mentira.

Agora, na aurora do novo milênio, as igrejas “conservadoras” e “evangélicas” estão seguindo o exemplo. Redes “cristãs” mundiais fornecem consultores treinados em liderança e em administração para “guiar” o povo de Deus nessa superestrada que leva a uma nova ordem mundial. Esqueça o antigo caminho estreito que leva à vida. Os “agentes da mudança” de hoje esperam popularizar o cristianismo com tanta eficiência que nações inteiras entrem e sigam suas cruzadas.

Esqueça o ensino bíblico sólido e a “ofensa da cruz”. Para ganhar as massas “para Cristo”, a igreja precisa se vestir de uma roupagem mais permissiva e apelativa. Ela precisa ser oferecida e anunciada para o mundo como “um lugar seguro”, purificada dos padrões morais que despertam a convicção do pecado e um desejo de se separar da imoralidade do mundo. Assim, eles reimaginaram uma igreja em que a pessoa possa sentir-se bem consigo mesma e sem qualquer “ofensa” — uma igreja que o mundo possa amar e reconhecer como sua.

A marcha deles em prol de “um mundo melhor” está a caminho. Nessa nova igreja, o pensamento grupal, a contemporização, a solução dos conflitos, o processo dialético e o consenso facilitado estão na moda. A convicção sem contemporização e a resistência ao consenso do grupo estão fora da moda. O caminho de Deus parece intolerante demais para se adequar aos sistemas gerenciáveis do novo milênio.

Difícil de acreditar? Então ouça a equipe de liderança escolhida por George Barna, fundador e presidente do Barna Research Group, para escrever o livro revolucionário,Líderes em Ação. Digo revolucionário pois ele realmente é. Na verdade, o livro propõe uma revolução na igreja e mostra aos líderes como gerenciá-la.

Doug Murren, fundador de igrejas e pastor efetivo da Igreja Quadrangular Eastside escreveu o capítulo intitulado, O Líder Como Agente de Mudança. Ele explica o primeiro passo no processo psicossocial da “mudança gerenciada”. Observe que ele pega suas pistas de um experiente “agente de mudança” da Universidade de Stanford — como o MIT, Harvard e a Escola de Professores, na Universidade de Columbia — é uma grande instituição de pesquisa na área da transformação social, da propaganda persuasiva e da manipulação psicossocial:

* “Arnold Mitchell, um psicólogo social de Stanford, passou anos estudando as atitudes e comportamentos do povo americano. Ele argumenta que são necessários três ingredientes para que a mudança ocorra. Primeiro, Mitchell nota que a mudança vem com a insatisfação… Os agentes de mudança eficientes avaliam as chances de mudança avaliando o nível de insatisfação dentro do grupo. Se a insatisfação é forte, o potencial para a mudança existe.”

* “Para ser eficaz, o líder também deve deliberadamente desenvolver a insatisfação…

“Preparar as pessoas para a mudança às vezes leva o que nos parece ser uma eternidade… Eu compartilhava estatísticas alarmantes ou até mesmo desconcertantes sobre onde estávamos como igreja e onde deveríamos estar, buscando criar o nível certo de insatisfação.”

* “Mudança positiva raramente sugere ‘voltar ao que costumava ser’. A maioria das mudanças positivas que tenho testemunhado dizem respeito à criação de um futuro melhor ao invés do retorno a um passado que é lembrado com carinho.”

Observe que os “três ingredientes” do pastor Murren para mudar as pessoas não têm nada que ver com as diretrizes ou padrões de Deus. Eles têm tudo que ver com visões humanas enganosas de como “agentes de mudança” de elite podem controlar as massas.

Os métodos de manipulação deles tornaram-se tão familiares que seus liderados praticamente não percebem o que está acontecendo. Para que você não esqueça, dê outra olhada nos passos iniciais:

1. Avalie (pesquise) as atitudes, valores e desejos do povo. Sua avaliação pessoal será o padrão para medir a mudança planejada nos meses e anos à frente.

2. Fomente a insatisfação com os modos antigos para que as sementes da revolução possam crescer sem arrependimentos. Na verdade, a própria pesquisa inicia a “insatisfação”, pois uma “boa” pesquisa de igreja conteria questões que produzem ansiedade, que sugerem problemas internos e propõem o diálogo e as reclamações públicas.

3. Ofereça uma visão inspiradora de um “futuro melhor”. O futuro melhor precisa ser um futuro aqui e agora — Um futuro que o homem possa criar com sua imaginação. É o oposto do futuro glorioso que Deus nos oferece para toda a eternidade. Nesse contexto de mudança mundana, o céu não serve a nenhum propósito terreal. Somente as visões que motivam os esforços coletivos e dirigem a transformação podem avançar os planos revolucionários.

Para guiar esse processo, são necessários líderes bem-treinados. É por isto que George Barna reuniu um “time de especialistas tão impressionantes como qualquer um pode imaginar” para escrever seu manual para a igreja. “Quinze pessoas contribuíram escrevendo capítulos para este livro… Creio que os esforços cumulativos desta equipe demonstraram o que significa cooperação”.

O próprio Barna escreveu o capítulo “A Visão”. Ele explica, “Visão é, portanto, o vislumbrar do tipo de mundo no qual Deus quer que vivamos, um mundo que ele pode criar por meio de nós, se todos aqueles a quem ele chama como líderes cumprirem o seu chamado de acordo com a direção dada pelo seu Espírito.”

Essa afirmação soa como um oximoro? Ela é. Barna parece implicar que Deus recriará o mundo à nossa volta se os “agentes de mudança” atuais caminharem pelo Espírito. No entanto, esses líderes da “mudança administrada” foram treinados para seguir uma fórmula que nunca foi dada pelo Espírito Santo. O homem pode acabar atirando no seu próprio pé, mas Deus não nos dá instrumentos que se chocam com os…

Absolutos Bíblicos

1. Sua chamada para confiar nele, não em métodos e filosofias do homem.

2. Sua chamada para participar nos sofrimentos e nas perseguições que Cristo também sofreu.

Por exemplo, Barna propõe “ferramentas de avaliação preparadas para que você possa avaliar como está progredindo, fazendo o ajuste fino dos seus esforços de implementações à medida que avançar…”

No entanto, a verdade bíblica é que Deus não nos diz para continuamente avaliarmos nosso progresso. Ele nos diz para o amarmos, estudarmos sua palavra e seguir seus caminhos, mas deixar os resultados com ele. Ele é quem produzirá o fruto. Ele sabe que se continuamente medirmos nossos sucessos, poderemos sair de nossa dependência dele e passar a confiar em nossos próprios esforços. É por isto que Davi foi punido severamente por ter desobedecido a Deus ao contar (avaliar) o tamanho de seu exército vitorioso [2 Samuel 24].

A palavra e o Espírito de Deus precisam guiar nossos passos diários, não nossos padrões e medidas humanas para o sucesso. Além disso, os caminhos de Deus tendem a se chocar com a visão mundana de prosperidade, números e sucesso. No entanto, isso pouco importa para os mentores da “mudança gerenciada”, cujos ouvidos estão atentos aos seus métodos em vez de ao seu Criador.

Observação : “O conteúdo foi extraído através de pesquisas em livros, revistas e site.





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